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Por Johny Mange 

 

 

7 – É verdade que há 450 espécies, principalmente de mamíferos e aves, todas praticantes, em maior ou menor grau, de hábitos homossexuais — provando que o homossexualismo é extremamente natural?

 

Argumento da Teologia Gay: Na medida em que animais se engajam em comportamento sexual do mesmo sexo, o homossexualismo é natural. Por isso, pode-se concluir que o comportamento homossexual é observável em animais — cerca de 450 espécies, em maior ou menor grau, de mamíferos e aves —, cujo é determinado pelos seus instintos, e, além do mais, a natureza requer que os animais sigam seus instintos. Portanto, o homossexualismo está de acordo com a natureza animal. Uma vez que o homem também é animal, a homossexualidade deve igualmente estar de acordo com a natureza humana.

 

Resposta Bíblica: Segundo a revista Superinteressante, o próprio biólogo norte-americano, Bruce Bagemihl, que analisou as 450 espécies com “supostos” hábitos homossexuais (que, de fato, são exceções entre os tais), rechaça a insinuação de que seu trabalho pretende justificar o homossexualismo em humanos. Bagemihl diz: “Animais fazem muitas coisas que os humanos não acham aceitáveis, como canibalismo e incesto. Nós também fazemos várias coisas que eles não fazem, como usar roupas ou cozinhar”.

         Se aparentemente os atos “homossexuais” entre animais estão de acordo com a natureza animal, então a matança paterna da prole e a devora entre espécies estão de acordo com a natureza animal? Induzir o homem a igualar-se aos instintos animais complica as coisas mais adiante. Será que o filicídio (ato intencional de uma mãe ou pai a matar o seu próprio filho) e o canibalismo (espécies de animais que se alimentam de indivíduos da mesma espécie) estão de acordo com a natureza humana?

     Qualquer pessoa empregada na mais elementar observação animal é forçada a concluir que “homossexualismo animal”, “filicídio” e “canibalismo” são exceções ao comportamento normal animal. Consequentemente, eles não podem ser chamados de instintos animais. Essas observáveis exceções ao comportamento normal animal resultam de fatores além de seus instintos.

         No homem, quando duas reações instintivas se confrontam, o intelecto determina o melhor curso a seguir, e a vontade então retém um instinto sob controle enquanto encoraja o outro. Com animais faltam esse intelecto e vontade, quando dois impulsos instintivos se confrontam, o mais favorecido pelas circunstâncias em prevalência.

Em tempos, esses estímulos internos ou externos afetando impulsos instintivos de um animal, resultam em casos de “filicídio”, “canibalismo” e “homossexualismo animal”.

        Como exemplo, bonobos (chimpanzés-pigmeu, encontrados no Congo Democrático, na África Central) e outros animais montarão em outros do mesmo sexo e engajar-se-ão em aparente comportamento “homossexual”, embora sua motivação possa diferir. Cachorros, por exemplo, habitualmente fazem isso para expressar dominação. Cesar Ades, etólogo — profissional que estuda o comportamento animal — e professor de psicologia na Universidade de São Paulo, explica: “Quando dois machos se emparceiram, o que está presente é uma demonstração de poder, e não de sexo.”

         A respeito das aparências “homossexuais” de algum comportamento animal, esse comportamento não deriva de um instinto “homossexual”, mas é parte da natureza animal. O Dr. Antônio Pardo, Professor de Bioética na Universidade de Navarra, Espanha, elucida:

 

         Propriamente falando, o homossexualismo não existe entre animais... Por razões de sobrevivência, o instinto reprodutivo entre animais é sempre dirigida rumo a um indivíduo do sexo oposto. Portanto, um animal nunca pode ser homossexual com tal. Todavia, a interação de outros instintos (particularmente a dominação) pode resultar em comportamento que parece ser equacionado com uma “homossexualismo animal”. Tudo isso significa que o comportamento sexual animal abrange aspectos além daqueles da reprodução.

 

         A bem da verdade, é uma ignorância crassa a Teologia Gay comparar os hábitos dos animais com os dos homens. Seriam o canibalismo e o filicídio adequáveis e aceitáveis aos humanos?  Em verdade, tais “doutores” se enforcam com a própria corda!

           A Teologia Inclusiva, quando usa tal argumento, rebaixa o ser humano — coroa da criação (Sl 8.5) —, ainda da forma mais ridícula e vergonhosa já vista! 

          Há uma diferença abismal entre os seres humanos e os animais (cf. 1Co 15.39). Os homens foram criados conforme à imagem de Deus (Gn 1.27; 5.1; 1Co 11.7; Tg 3.9) e tem preeminência (superioridade, excelência), outorgada pelo Senhor, sobre todas as outras criaturas da Terra (Gn 1.28; Sl 8.6; 82.6; Mt 6.26; 12.12). O Todo-Poderoso concedeu ao ser humano o poder de domínio sobre o mundo natural (Gn 1.26; 9.2; Sl 8.6; Tg 3.7). Além do quê, é um ser que, dentro dele, o Criador Eterno pôs a substância imaterial, chamada alma e espírito (Jó 32.8; Pv 20.27; Ec 12.7; Mt 10.28; At 7.59; 2Co 4.16; Tg 2.26), de sorte que tem um valor infindo — a prova é que o Senhor Jesus pagou o preço infinito de redenção pelos pecados de todos os homens (Mc 8.36,37; Jo 3.16; 1Co 6.20; 1Pd 1.18,19; Ap 1.5). Em se tratando dessas colocações tão importantes, nenhum dos animais, nos quatro ventos do planeta, têm em si! O Deus Altíssimo tem o homem e grande estima (Hb 2.7,8). Os animais jamais conhecerão as coisas do Senhor e terão relacionamento pessoal com Ele (1Co 2.11; 14.2; Ef 1.17; 4.23; Jo 4.24).

         Por isso, a Teologia Gay, que se compara aos animais, a fito de loucamente almejar basear a antinatural homossexualidade, neste quesito, dá um tiro no próprio pé!...

 

 

Conclusão

         Viu-se que, certamente, a homossexualidade foge dos padrões do Senhor instituídos aos seres humanos. Ante os olhos do Deus Altíssimo, é imunda a conduta homossexual — um comportamento corrupto inserido pelo Maligno na natureza humana.

           Contudo, os cristãos devem amá-los e evangelizá-los. Tratá-los bem e ser prestativos com os tais é a missão de todos os crentes do mundo. Já que são o próximo da Igreja, carecem do perdão de Cristo e do verdadeiro amor dos santos do Senhor (1Jo 1.9; Mc 12.31). Jesus, também, carregou os pecados dos homossexuais sobre o madeiro; eles trilharam passo a passo a via dolorosa até o Calvário com o Filho de Deus (Is 53.4,5). Lá, preso na cruenta cruz, receberam o amor de Jesus antes de existirem (Rm 5.8). Enfim, ainda que rejeitam a Sua Palavra, seguindo a concupiscência da carne, a crucificação também foi por eles!   

          Embora a homossexualidade seja antiga, nada isto quer dizer, pois muitas práticas antigas não são agasalhadas pelos homens de hoje, por serem incoerentes. Sempre o Deus da Bíblia foi contra, e Sua espada cortou, mediante os homens do Espírito, os laços do homossexualismo que ansiavam emaranhar a humanidade, em muitas civilizações. O padrão moral do Possuidor dos Céus e da Terra — o amor, o matrimônio e a vida sexual dentro deste âmbito, tem de ser, indubitavelmente, entre homem e mulher — e isso sempre permanece intacto desde a criação do mundo!

        Os argumentos da Teologia Gay foram reduzidos a cinzas por meio das respostas eficazes da Palavra de Deus. Surpreendentemente, muitos homossexuais — até os ditos “cristãos”, quando não são, já que precisam libertar-se e adentrar no padrão do Senhor Jesus (Jo 15.14) — apelarão e hão de começar a ultrajar a veracidade e a inspiração plena do Livro de Deus — a Bíblia Sagrada (Is 34.16; 2Tm 3.16). Como usaram de falsa exegese para explicar a forma que consideram as passagens das Escrituras que os contrapõem, e esta foi fulminada pelos fatos comprobatórios das doutrinas bíblicas contra a homossexualidade, dar-se-ão a apresentar alguns trechos (próprios dos ateus) que alegam que o Altíssimo encobriu e/ou ordenou pecados, tais como adultério, poligamia, incesto, genocídio (extermínio completo de nações), escravidão. Os mais citados são: (1) Davi cometeu adultério e homicídio, (2) Ló cometeu incesto com as duas filhas, (3) Salomão tinha 700 mulheres e 300 concubinas, (4) A Bíblia apoia a escravidão, e (5) Se Deus é moralmente correto, por que aceitou o genocídio (extermínio) de nações inteiras (Nm 31, Js 6, etc.), incluindo os bebês?

           Em contrapartida, as Escrituras prosseguem assegurando o padrão moral de Deus: “Eu sou o Senhor, e não mudo” (Ml 3.6; cf. Jo 14.21); não só isso, mas tem resposta a tais indagações levianas.

 

           1) Davi cometeu tanto o adultério quanto o homicídio e era o homem “segundo o coração de Deus — a Bíblia apoia isso? O Senhor é contra o adultério (Dt 5.18; Mt 5.28). Deus jamais ordenou Davi a praticar tal ato. É um erro admitir que tudo o que a Bíblia contém seja recomendado por ela. Toda a Bíblia é verdadeira (Jo 17.17), mas a verdade, na Palavra do Senhor, encontra-se no que ela revela, não em tudo o que ela registra. Davi pagou um alto preço por cair em adultério e por arquitetar a morte de Urias. Além do mais, o Eterno enviou o profeta Natã para repreendê-lo duramente (2Sm 12). Por consequência, aquele que era “segundo o coração de Deus” (At 13.22), devido a esses pecados, perdeu a presença do Todo-Poderoso (Sl 51.12), a habitação do Espírito Santo (Sl 51.11) e a espada não afastou da casa dele (2Sm 12.10), a exemplo: o filho que nasceu do adultério morreu (2Sm 12.14,19), uma filha foi estuprada pelo próprio irmão (2Sm 13.10-15), seu filho Amnon foi assassinado por Absalão (2Sm 13.28,29); Absalão, o filho de predileção, além de adulterar com as mulheres de seu pai em praça pública (2Sm 16.21,22), foi morto por rebelar-se contra o próprio pai (2Sm 18.9-17) e Adonias posteriormente morreu à espada (1Rs 2.24,25). Sabe-se que Davi, por praticar esses pecados, fez o que era reto, ou seja, arrependeu-se (Sl 32; 51). O seu coração completamente refugiou-se em Deus, logo, mesmo com as consequências tão danosas, sua fé foi considerada justa (Hb 11.32).

 

           2) Ló cometeu incesto com as duas filhas (Gn 19.31-38) — a Bíblia apoia isso? Em verdade, não era vontade de Ló o incesto com as duas filhas, porém a narrativa assevera que elas embebedaram-no e “ele não sentiu quando se deitou nem quando se levantou” (cf. Gn 19.33 e 35). Bêbado por elas, o certo é que ficou sem juízo e agiu fora da razão. Embora vivesse em meio à corrupção moral de Sodoma, contudo vivia atribulado pela vida dissoluta dos habitantes dali, pois à vista deles era justo e detinha acesa, ainda que aos poucos, a chama da justiça em sua alma (cf. 2Pd 2.7,8). Todavia, o pecado de incesto não recebe aprovação alguma da parte de Deus nessa passagem, muito menos em outras, já que é condenado claramente esse ato (Lv 20.17; Dt 27.22). De fato, a narrativa seca do episódio, sem nenhum comentário positivo do escritor, indica que não se pretendeu esconder o horror desses pecados. Nem tudo o que a Bíblia cita ela aprova. Ela é tão verdadeira que não esconde os fatos das falhas humanas, entretanto não aprova tais atitudes.

 

         3) Salomão tinha 700 mulheres e 300 concubinas; também Davi tinha muitas mulheres — a Bíblia apoia isso? A poligamia nunca foi a vontade do Deus Todo-Poderoso aos homens. Mesmo Davi com muitas mulheres e concubinas (2Sm 5.13-17; 1Cr 14.3), e Salomão, possuidor de 700 mulheres princesas e 300 concubinas (1Rs 11.3) pagaram um alto preço por tal desobediência. Além do mais, Salomão recebeu o aviso do Senhor: “Não chegareis a elas, e elas não chegarão a vós; de outra maneira perverterão o vosso coração para seguirdes os seus deuses” (1Rs 11.2); por conseguinte, não deu ouvidos à voz do Senhor, a ira de Deus veio contra ele (1Rs 11.9-13), adversários terríveis se levantaram (1Rs 11.14-25); seguidamente, morreu (1Rs 11.41-43). Davi sentiu o juízo de Deus em sua casa através da espada, da vergonha e do incesto (2Sm 16.7-12; 12; 13).

       É digno de nota que o modelo para o matrimônio não está em nenhum homem, mas no próprio Deus Altíssimo, uma vez que a monogamia foi o sistema de união instituído por Deus desde a criação: “Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez. E disse: Portanto deixará o homem pai e mãe, e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mt 19.4-6; cf. Gn 2.24). Por isso, a Lei de Deus proibia taxativamente a poligamia: “Tampouco para si multiplicará mulheres, para que o seu coração não se desvie” (Dt 17.17). No Novo Testamento, consoante o Senhor Jesus (cf. Mc 10.6-9) e os apóstolos, a monogamia continua em vigor: “Por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido” (1Co 7.2).

           Em resumo, a Bíblia é tão verdadeira que jamais esconde os erros e as desobediências de seus personagens. Agora, a questão é esta: por que a Bíblia citou a poligamia, será que o Deus da Bíblia aprova-a e ordena-a?

 

          4) A Bíblia apoia a escravidão? Apesar de a escravidão ser sustentada pelas culturas semíticas, a Lei exigia que os escravos um dia fossem postos em liberdade (Ex 21.2; Lv 25.40). Sendo assim, os escravos tinham de ser tratados com respeito (Ex 21.20,26). Israel, que tinha estado sob escravidão no Egito, constantemente era lembrado disso por Deus (Dt 5.15), e sua emancipação tornou-se o modelo para a libertação de todos os escravos (Lv 25.40). No Cristianismo, todas as diferenças e classes sociais caem por terra, pois “não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gl 3.28).

           Finalmente, quando Paulo enfatiza que “os servos obedeçam aos vossos senhores” (Ef 6.5; Gl 3.22), ele não está, de forma alguma, aprovando a escravidão, mas apenas aludindo à situação de fato prevalecente em seus dias. Com efeito, o apóstolo os instrui a ser bons empregados, tal como os crentes de hoje devem ser; porém, jamais estava dando respaldo à escravidão.

 

           5) Como Deus, que é moralmente correto, aceitou o genocídio de nações inteiras (Nm 31; Js 6), incluindo os bebês? Será que o Deus do Antigo Testamento (AT) é um e o do Novo Testamento (NT) é outro, já que este manda “amar os inimigos”? É uma objeção fundamentada numa séria incompreensão da Bíblia. O Deus do AT é tão misericordioso quanto o Deus do NT (cf. Sl 13.5; 23.6; 25.10; 110.5; 103.8; Lc 6.31-36). Obviamente, Eles são Um — o mesmo Deus! (Ex 3.14 comp. Jo 8.58; Sl 45.6,7 comp. Hb 1.8,9. Veja 1Coríntios 8.5,6; 1João 5.7; Efésios 4.6). O Senhor exercia juízo sobre as nações com relutância, pois lhes dera várias oportunidades; porém, não queriam se arrepender (Ez 33.11; 1Tm 2.4; 1Pd 3.9).

      O Todo-Poderoso dera às nações da Palestina mais de 400 anos para que se arrependessem de suas contaminações e impiedades. Tiveram, no entanto, toda oportunidade de converter-se dos maus caminhos. De acordo com Gênesis 15.16, Deus disse a Abraão que, em 400 anos, os seus descendentes voltariam para herdar aquela terra, mas a iniquidade do povo ainda não se havia completado. Tal afirmação profética indica que Deus não baniria o povo daquela terra, inclusive os povos das outras, até que seus pecados os fizessem merecedores de uma completa destruição como juízo divino. A medida da injustiça deles ainda não estava cheia — assevera a Palavra do Senhor, em Gênesis 15.16. Outrossim, o Eterno possui uma natureza santa e justa (cf. Gn 18.25). Conferidas as oportunidades, mas rejeitadas por eles, o Senhor Deus tinha de agir conforme a vontade deles mesmos (Dt 30.19), já que Seu amor se estendeu e os suportou por 400 anos.

         Quanto à matança dos bebês e das crianças, convém observar o seguinte: (a) Dado o estado canceroso da sociedade em que nasceram, as crianças não tinham chance alguma de evitar sua fatal contaminação; (b) As crianças que morreram antes da idade em que já são responsáveis por seus atos (cf. Is 7.16) vão para o céu (cf. Mc 10.14); logo, foi um ato da misericórdia de Deus tomá-las de um ambiente tão pervertido para Sua santa presença (cf. Sl 116.15); (c) O Santo Deus é soberano sobre a vida (Dt 32.39; Jó 1.21) e pode determinar o fim dela de acordo com a Sua vontade, visto que Ele “não vê como o homem vê” (1Sm 16.7), tendo em vista o bem final da criatura (Sl 16.11; 116.15).

          Em resumo, comparavelmente, às vezes uma cirurgia radical é necessária para exterminar completamente um câncer mortal do corpo de uma pessoa.

 

 

 

Bibliografia

 

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TEOLOGIA GAY REDUZIDA A PÓ