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Por Johny Mange

 

e) Futebol: Palco de violências e mortes

      Desde seus primórdios a violência está engatada ao futebol. Não são somente fatos recentes que comprovam isso, mas as modalidades que deram origem ao atual futebol já procediam violentamente. Dentre os quais, na China antiga, o tsu-chu — espécie de jogo que, após terem vencido as guerras, os chineses arrancavam as cabeças de seus inimigos, transportavam-nas aos campos, fincavam duas hastes a ligá-las por um fio de cera e formavam equipes para chutar as cabeças dos soldados inimigos; igualmente, na Idade Média, o harpastum e o soule — eram jogos praticados por militares nos quais eram permitidos pontapés, murros, rasteiras e golpes bárbaros; por consequência, jogadores morriam durante a partida.

Atualmente, a situação não é diferente. Violência, tráfico de drogas, mortes e crimes fazem parte do futebol. São várias ocorrências em quadras, estádios e entre as torcidas organizadas. Veja:

 

         Na última semana um torcedor morreu, no Recife, depois de ter sido atingido por um vaso sanitário arremessado durante uma briga de torcidas depois da partida entre o Santa Cruz e o Paraná, válida pelo Campeonato Brasileiro da Série B. Duas privadas foram retiradas do banheiro, e atiradas de uma altura de 20 metros. ³º

 

      O velório do torcedor Paulo Ricardo Gomes da Silva no Cemitério de Santo Amaro, no Recife, Pernambuco, acontece neste domingo (4/2/2012). O torcedor morreu após ser atingido por um vaso sanitário jogado do Estádio do Arruda na noite de sexta-feira (2/2/2012), no empate os times entre Santa Cruz e Paraná. O torcedor, de 26 anos, caminhava próximo ao portão seis do estádio quando foi atingido pelo objeto atirado da arquibancada. ³¹

 

          Em Minas Gerais, no estádio independência, a torcida do Cruzeiro arremessou objetos e até um fogo de artifício contra a torcida do rival. Já no Morumbi, a torcida tricolor chegou às vias de fato com a polícia. ³²

 

     Torcedores palmeirenses causaram tumulto após o clássico entre Palmeiras e Corinthians no Pacaembu. Insatisfeitos com a derrota do time por 1 a 0, o grupo arremessou bombas, sacos com água e objetos metálicos em direção à área próxima ao vestiário, saída de parte da imprensa e de corintianos. Alguns diretores alvinegros e o presidente Andrés Sanchez também ficaram impedidos de deixar o estádio. ³³

 

          O jovem boliviano Kevin Douglas Beltrán Espada, morto na última quarta-feira, após ser atingido por um sinalizador, foi enterrado neste sábado em Cochabamba. O torcedor do San José, que tinha 14 anos, faleceu durante a partida contra o Corinthians pela Libertadores da América. Ele foi atingido por um sinalizador disparado por torcedores do Corinthians, segundo a polícia boliviana [...] Um sinalizador foi disparado da arquibancada onde estavam cerca de 300 torcedores do Corinthians e atingiu a cabeça da vítima, matando-a quase que imediatamente [...] Penitenciária de San Pedro, Oruro, Bolívia. É lá que os 12 torcedores corintianos indiciados pelo homicídio do jovem boliviano. 34

 

         Além das torcidas organizadas no Brasil, a violência no futebol presencia-se em todo o mundo, haja vista os “barrabravas”, na Argentina, e os “hooligans”, na Europa.

 

A santidade cristã faz do homem um “filho de paz”

           A santificação posiciona o crente, perante o mundo, como propriedade exclusiva do Senhor: “E ser-me-eis santos, porque Eu, o Senhor, sou santo, e separei-vos dos povos, para serdes Meus” (Lv 20.26). Conseguintemente, como foi promovido à posição de filho de Deus (Jo 1.12), passa a fazer parte da família de Cristo e ter um viver diferente de todos os povos (Mt 12.50; Ex 33.16). Agora, portanto, é “filho de paz” (Lc 10.6) e serve inteiramente a Jeová Shalon — o Deus paz (Jz 6.24). O cristão segue o mesmo exemplo de Jesus: “Ele foi oprimido, mas não abriu a Sua boca: como um cordeiro foi levado ao matadouro, e, como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, Ele não abriu a sua boca” (Is 53.7); “O qual, quando O injuriavam, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquEle que julga justamente” (1Pd 2.23). Servir a Deus é isto: andar como o Senhor Jesus andou! (1Jo 2.6).

          O ser humano cumpre a Lei Real, a praticar de todo o bem, quando “ama o próximo como a si mesmo” (Tg 2.8). Com toda a humanidade, o servo de Deus deve ter paz, equidade, modéstia e mansidão (Rm 12.18; Fp 4.5; Tt 3.2). A vingança pertence ao Todo-Poderoso (Rm 12.19), e “se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer: se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça” (Rm 12.20). O bem precisa ser seguido, pois não se pode dar a outra pessoa mal por mal (1Ts 5.15). Guerras, pelejas, hostilidades e oposições cerradas não possuem aprovação do Criador, uma vez que são provenientes de ambições carnais (cf. Tg 4.1,2; Sl 68.30). E assassinar alguém, então? A doutrina de Cristo é bem clara: “Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo” (Mt 5.21).

        Logo, à luz da Bíblia, não há harmonia, em hipótese alguma, entre a fé cristã e o futebol. Todas as violências, brigas, desavenças, contendas, xingações, mortes, etc., presentes nos jogos de futebol, são contrárias à vontade de Jesus — o Filho de Deus! Mas a vós, que isto ouvis, digo: Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam; bendizei os que vos maldizem, e orai pelos que vos caluniam. Ao que te ferir numa face, oferece-lhe também a outra; e ao que te houver tirado a capa, nem a túnica recuses; e dá a qualquer que te pedir; e ao que tomar o que é teu, não lho tornes a pedir. E como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira lhes fazei vós, também. E se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? Também os pecadores amam aos que os amam. E se fizerdes bem aos que vos fazem bem, que recompensa tereis? Também os pecadores fazem o mesmo [...] Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus. Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso (Lc 6.27-33,35,36). Porventura, tem como tal passagem ser cumprida nos campos futebol? Esse mandamento é seguido literalmente por quaisquer peladas ou jogos profissionais de futebol? Portanto, apenas pode ser “filho do Altíssimo” quem seguir esse mandamento do Salvador Jesus, e tal possibilidade é excluída pelo próprio futebol!...

 

 

f) Futebol: Nele não há interesse no progresso e no bem-estar da população

           Ainda que alguns futebolistas contribuam para casas de caridade ou desenvolvam trabalhos sociais, isso não faz parte do íntimo do futebol, quer dizer, do esporte em si. Numa sociedade, não existe contribuição alguma do futebol: nem no bem-estar, nem na formação, nem na educação, nem na moral, nem na ética, nem nos bons costumes, nem nos valores humanos, nem no senso de separar o certo e o errado, etc. Esse esporte nem sequer ajuda o ser humano a compreender o mínimo das coisas sobreditas. Isso não é papo-furado, contudo tal raciocínio é absolutamente comprovado. Os órgãos controladores do futebol não dão a mínima à sociedade, nem mesmo estendem a mão para de ajudá-la na sua formação. Os fatos falam por si:

         Condenada em primeira instância no caso da “Máfia do Apito”, a CBF — Confederação Brasileira de Futebol — se defendeu em argumentação apresentada à 17.ª Vara Cível de São Paulo e prometeu recorrer da sentença. Segundo informa o jornal Folha de S. Paulo, a entidade desdenhou do próprio esporte nas conclusões ao dizer que o “futebol não tem interesse social relevante” e que contribui “para a desinformação do povo, já de si mal aparelhado intelectualmente”. ³⁵

 

A santidade cristã faz bem ao homem e o abrilhanta perante a sociedade

          A santidade na vida do ser humano separa-o inteiramente para o Criador: “Portanto, santificai-vos, e sede santos, pois Eu sou o Senhor vosso Deus” (Lv 20.7; cf. 1Pd 1.16). Ela impede que os membros de seu corpo sejam entregues ao pecado (Rm 6.13-19). Por consequência, o servo de Cristo fica apto, preparado, capaz, hábil para toda a boa obra (1Tm 5.10; 2Tm 2.21; Cl 1.10). O Menino Jesus crescia na intelectualidade, na espiritualidade e no físico (Lc 2.52). Essa mesma promessa acontece nos cristãos devotos (2Pd 3.18), pois examinam, estudam e não se apartam do Livro do Senhor (Jo 5.39; Js 1.8; Ap 1.3). Muitos dos quais são até indoutos, mas surpreendem pela sabedoria que obtiveram de professar a fé no Senhor Jesus (At 4.13). Dessa maneira, reflete a glória de Deus neste mundo enganador (cf. Mt 5.14-16).

           O Cristianismo contribui para sociedade, uma vez que pessoas na prostituição, no crime, na devassidão, nos vícios, na mentira, etc. são libertas pelo poder do Evangelho, cujo traz à luz a vida e a incorrupção ao homem decadente (2Tm 1.10; Jo 8.32,36). Urge no salvo a vontade de praticar o bem e ensinar os princípios santos da Palavra de Deus: “Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres: o que também procurei fazer com diligência” (Gl 2.10); “Portanto ide, ensinai todas as nações...” (Mt 28.19); “Ensina-me bom juízo e ciência, pois cri nos teus mandamentos” (Sl 119.66).

           Desde os idos da sociedade, o Cristianismo estendeu a mão e cooperou para formação das pessoas. “Na Europa, desde 1555, ficou clara a tendência dos jesuítas se dedicarem ao ensino em colégios e universidades. Nessa época, o Colégio das Artes humanísticas de Coimbra, preparatório para a universidade, passou a ser controlado pelos jesuítas.” ³⁶

        Até a escola pública (gratuita), a valorização do trabalho e o livre exame são vitórias da Reforma Protestante à humanidade. Haja vista:

 

          Em vários países da Europa surgiram movimentos de renovação da fé cristã, tendo em comum a rejeição da supremacia do papa. Os movimentos mais conhecidos foram: o luteranismo, na Alemanha; o calvinismo, na França; e o anglicanismo, na Inglaterra. No plano doutrinal, o movimento reformista inovou com as idéias de “salvação pela fé” — sem a necessidade de intermediação do clero — e de “livre exame”. No plano social, a Reforma substituiu a desvalorização do trabalho oriunda da tradição clássica e medieval pelo reconhecimento do trabalho como base das civilizações humanas [...] Se a sociedade disciplinar e a necessidade de vigilância e controle aproximavam os movimentos da Reforma e da Contrarreforma, algumas idéias dos protestantes representavam, de fato, inovações em termos culturais com implicações importantes na educação. A idéia do livre exame propôs o contato direto do crente com as escrituras. Para que isso pudesse acontecer era preciso ensiná-lo a ler e a traduzir o Livro Sagrado para as línguas nacionais, que eram faladas no dia a dia, nas diferentes regiões. Nas regiões que adotavam a Igreja Reformada, a educação passou a ser encarada como um dever da comunidade.

        Pode-se dizer que, com o Protestantismo, afirma-se em pedagogia o princípio do direito-dever de todo cidadão em relação ao estudo, pelo menos no seu grau elementar, e o princípio da obrigação da gratuidade da instrução, lançando-se as bases para a afirmação de um conceito autônomo e responsável de formação, não estando mais o indivíduo condicionado por uma relação mediata de qualquer autoridade com a verdade e com Deus. 37

 

       Tais informações históricas são a gota d’água para derribar o futebol. Enquanto a fé cristã sempre colaborou para o progresso do homem, o futebol não se preocupa com a assistência social, a educação e o bem-estar do ser humano. Como disse a CBF: O “futebol não tem interesse social relevante” e contribui “para a desinformação do povo, já de si mal aparelhado intelectualmente”. Ou seja, para a CBF, ele serve apenas para alienar e deixar o povo ignorante!  

      A prova é que não coopera para o bem da população, os jogadores dão mal exemplo e praticam transgressões condenadas pela Bíblia Sagrada. São atletas envolvidos em casos de pedofilia, tendo relações sexuais com prostitutas (1Co 6.13), com homossexuais e até com travestis (Rm 1.24-27; Lv 20.13; Dt 22.5), almejando derrubar os pilares da família tradicional (Mt 19.4-6). Outros não se respeitam, destratando os colegas de trabalho com ofensas racistas (Rm 2.11). Sem contar aqueles que estão mergulhados nas drogas e nas bebedeiras, e que, sob o efeito delas, agridem família, amigos e, inevitavelmente, os torcedores (1Co 6.9,10,19,20). A fama desperta nessas pessoas, ofuscadas e iludidas pelos fortes refletores do campo, as posturas mais controversas e, nesse sentido, inesperadas pela torcida (Sl 73.6; Pv 8.13). De fato, torcedores adolescentes ponderam que esse comportamento é normal, pois muitos pensam que, jogando bola ou treinando em escolinhas de futebol, “um dia” se tornarão “famosos”: “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal: que fazem da escuridade luz, e da luz escuridade; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!” (Is 5.20).

          Logo, como pode um cristão concordar e praticar tal esporte? As suas raízes não servem para o bem, no entanto, somente para expor o fanatismo, o culto a si próprio, a violência, a irreligiosidade, o ateísmo, a emulação, a porfia, etc. Ainda não tem como meta educar o homem e ajudar a sanar os problemas sociais. Isso basta!

          Futebol é corrida por coisa incerta e perecível, o qual não sente a dor do próximo nem se prontifica em ajudá-lo. Quem torce, joga ou apóia corre num percurso que não terá utilidade alguma nesta vida nem no dia da prestação de contas com o Senhor: — Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, uma incorruptível, pois eu assim corro, não como a coisa incerta; assim combato, não como batendo no ar. Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado (1Co 9.24-27).

 

 

 

 

Bibliografia

 

 

²³ Coleção Lições Bíblicas: Vol. 9 — 1976-1980, p. 918. Adaptado.

 

24 PLEIFFER, Charles F.; VOS, Howard F.; REA, John. Dicionário Bíblico Wycliffe. 2ª edição. CPAD. 2007, pp. 1760, 1761.

 

²⁵ Fanatismo pelo futebol pode prejudicar relacionamento social. Disponível em: <http://www.uniara.com.br/ageuniara/artigos.asp?Artigo=6405&Titulo=Fanatismo_pelo_futebol_pode_prejudicar_relacionamento_social>. Acesso em: 2 jun. 2014.

 

²⁶ ANDRADE, Claudionor de. Quando a idolatria ameaça a Igreja de Cristo. Lições Bíblicas. Rio de Janeiro: CPAD, pp. 4,5, 4.ª trimestre de 2000.

 

27 SOUZA, Elizandra Rodrigues de. Futebol: da paixão ao fanatismo. SINPESP: Sindicato dos Psicanalistas do Estado de São Paulo. Disponível em: <http://www.sinpesp.com.br/elizandra-rodrigues-de-souza/futebol-da-paixao-ao-fanatismo/>. Acesso em: 2 jun. 2014.

 

28 CHADE, Jamil. Fifa punirá 'comemoração religiosa': Entidade tenta impedir que jogadores exibam mensagens religiosas durante o Mundial. Brasil é o alvo principal. O Estado de São Paulo, São Paulo, 1 jun. 2010. Notícias: Esportes. Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,fifa-avisa-que-puniracomemoracao-religiosa-na-copa,559840,0.htm>. Acesso em: 3 jun. 2014. Grifos acrescidos.

 

²⁹ Coleção Lições Bíblicas: Vol. 9 — 1976-1980, p. 694. Adaptado.

 

³º SOUZA, Gustavo Lopes Pires de. Violência no Futebol: Mais do Mesmo. Universidade do Futebol. Disponível em: <http://www.universidadedofutebol.com.br/Coluna/12492/Violencia-no-futebol-mais-do-mesmo>. Acesso em: 7 jun. 2014.

 

³¹ VANNONI, Carlos Ezequiel. Briga de Torcida. Disponível em: <http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2012/02/05/briga-entre-corintianos-e-palmeirenses-termina-com-15-detidos-e-um-onibus-depredado.htm>. Acesso em: 7 jun. 2014.

 

³² SOUZA, Gustavo Lopes Pires de. De Novo, a Violência. Universidade do Futebol. Disponível em: <http://www.universidadedofutebol.com.br/Coluna/12312/De-novo-a-violencia>. Acesso em: 7 jun. 2014.

 

³³ IMPÉRIO, Bruno. Revoltados, Torcedores do Palmeiras Causam Tumulto e Depredação no Pacaembu. Disponível em: <http://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/brasileiro/serie-a/ultimas-noticias/2010/10/24/revoltados-torcedores-do-palmeiras-causam-tumulto-e-depredacao-no-pacaembu.jhtm>. Acesso em 7 jun. 14.

 

34 Torcedor morto em jogo do Corinthians é enterrado na Bolívia. São Paulo: Uol. Disponível em: < http://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/libertadores/ultimas-noticias/2013/02/23/torcedor-morto-em-jogo-do-corinthians-e-enterrado-na-bolivia.htm>. Acesso em 7 jun. 2014.

 

³⁵ Jornal: Condenada, CBF se defende de acusação de “Máfia do Apito”. Disponível em: <http://esportes.terra.com.br/futebol/jornal-condenada-cbf-se-defende-de-acusacao-de-quotmafia-do-apitoquot,4ac80f3e4389a310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html>. Acesso em: 31 maio 2014. Grifo acrescentado.

 

³⁶ História da Educação Brasileira. Aula: 03 — Temática: Educação Jesuítica: colégios, clientela e conteúdos. Santos: UNIMES, p. 17 (pdf).

 

37 História da Educação Brasileira. Aula: 04 — Temática: A Reforma Protestante e a educação. Santos: UNIMES, p. 21 (pdf). Adaptado e corrigido conforme a nova ortografia.