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Por Johny Mange

 

3 – Passagens que confirmam absolutamente a salvação ao pecador na Grande Tribulação

 

        Serão apresentadas as passagens que absolutamente confirmam que, após o Arrebatamento da Igreja, haverá oportunidade de salvação na Grande Tribulação. Cada passagem é acompanhada de um exame bíblico para que, incisivamente, seja compreendido que negar a salvação para os povos, nações e tribos — na Tribulação — é um enorme desvio da verdade, uma atitude própria de enganadores e falsificadores da Palavra de Deus.

 

 

  • Apocalipse 6.9-11: E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do ​altar as almas dos que foram mortos por amor da Palavra de Deus e por amor do testemunho que deram. E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó Verdadeiro e Santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como eles foram. 

 

 

Exame Bíblico

             Apocalipse 6.9-11 fala sobre a abertura do quinto selo e do juízo que o sucede, além do julgamento e do martírio dos Santos da Tribulação. Esses santos perseguidos não são parte da Igreja, que naquele momento já estará no céu, uma vez que foi trasladada pelo Arrebatamento (1Ts 4.16,17) e recebeu a glorificação (1Co 15.51-53). Entrementes, a Igreja estará recebendo os galardões eternos pelos seus feitos na terra em favor do Evangelho de Cristo (1Co 3.12-15; Ap 22.12) e, seguidamente, a Noiva unir-se-á definitivamente ao Senhor Jesus, consumando-se a “Esposa de Cristo”, nas Bodas do Cordeiro (Ap 19.7-9). Tais pessoas perseguidas serão as que receberam Jesus Cristo após o Arrebatamento e durante o início da Grande Tribulação. De acordo com Apocalipse 7.9, pessoas de todas as nações se converterão durante a Tribulação. Mesmo assim, esse será um período de perseguições pungentes e martírios para muitos que aceitaram Jesus (Ap 13.7,10; Dn 7.21; Ap 18.24), visto que os poderes do império do mal estarão multiplicados desenfreadamente (Ap 12.12,17; Lc 21.22-26).

            Apocalipse 6.9 refere-se a eles, dizendo: “vi, debaixo do altar, as almas”. Desde o Antigo Testamento o sangue dos sacrifícios era derramado debaixo do altar (Ex 29.12; Lv 4.7). Em Apocalipse 6.10, João escuta-os clamar, perguntando por que Deus não vingou as suas mortes e julgou os seus perseguidores. A resposta está em Apocalipse 6.11, onde eles ouvem que demoraria pouco tempo até que o plano de Deus fosse cumprido. Esse breve período de tempo é uma lembrança do que ocorrerá na Tribulação.

             O Dr. John Walvoord em sua obra The Revelation of Jesus Christ, p. 134, escreve:

 

           A revelação do quinto selo deixa claro que no tempo futuro em que ocorrerá a Tribulação será mais difícil declarar a fé em Jesus Cristo. É provável que, naqueles dias, será morta a maioria daqueles que crerem em Jesus Cristo como Salvador. O que é confirmado em Apocalipse 7, em que é dada outra descrição sobre os que morreram a Tribulação. O mesmo ocorre em Apocalipse 13, cuja morte é infligida a todos aqueles que não quiserem adorar a Besta. O martírio, naqueles dias, será tão comum quanto é raro hoje em dia. Milhares serão martirizados — salvos pelo sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo (Ap 7.14; 12.11) — mas selarão seu testemunho com seu próprio sangue. Aqueles que crerem em Jesus naqueles dias serão forçados a enfrentar o difícil teste de permanecerem fiéis até a morte.

 

            Os santos martirizados serão ressuscitados no final da Grande Tribulação e entrarão na bênção do Reino Milenar (Ap 20.4-6). É nesse ponto que eles receberão seus corpos ressurretos, ou seja, corpos glorificados.4

 

 

 

  • Apocalipse 7.9,10,13,14 (ACF): Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas e com palmas nas suas mãos; E clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro. E um dos anciãos me falou, dizendo: Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são, e de onde vieram? E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro.

 

Exame Bíblico

          A passagem sobredita é bem clara acerca dos salvos da Tribulação. A essa altura, seis selos já foram abertos, trazendo juízos sobre a terra. O texto é um interlúdio nos juízos. É como se o autor interrompesse a sua narrativa a respeito dos juízos para falar destes salvos — os mártires da Grande Tribulação; e, de logo, prosseguisse a mensagem dos juízos, retomando o sétimo selo e partindo para as sete trombetas.

            Outrossim, alude aos novos mártires que, antes, caíram nas mãos da falsa religião apóstata e ecumênica, que, sob a direção do Falso Profeta, prestava culto ao Anticristo e o reverenciava como deus (2Ts 2.3,4; Ap 13.11-15). Serão povos — dentre os quais judeus (Ap 7.1-8) e gentios (Ap 7.9) — que não foram selados com a marca de identificação dos adeptos do Anticristo – o sinal da Besta (Ap 13.16-18); logo, foram brutalmente martirizadas (Ap 13.7,10; Mc 13.19; Ap 16.6); porém, ao sucumbirem e morrerem, clamaram na Glória por justiça (Ap 6.9-11).

           No céu — a chegada ao trono dos mártires do quinto selo: as palmas em suas mãos falam de sua participação pessoal no triunfo contra o império das trevas. As palmas em suas mãos significam a justiça. E ela será aplicada! Quando os mártires chegarem ao Céu, grande parte dos santos já terá entrado na Nova Jerusalém pelas portas. As palmas em suas mãos são a senha de que ainda não ressurgiram dos mortos. Suas almas voltarão aos seus corpos no final da Grande Tribulação para dar complemento à salvação (Ap 20.4,5), a fim de entrarem na Cidade pelas portas (Ap 22.14).⁵

             Outras verdades são extraídas de Apocalipse de Apocalipse 7. Veja:

 

         a) “trajando vestidos brancos” (v.9): Os Santos da Tribulação terão participação na vitória de Cristo, pois “vestes brancas” são símbolos de santidade, pureza genuína e perdão de pecados; estes apenas são provenientes de Cristo Jesus.

 

       b) “lavaram seus vestidos” (vv.13,14): Se eles lavaram, indubitavelmente, é porque tiveram fé de serem purificados. Por isso, a fé no Senhor Jesus os tornou santos e justos.

 

          c) “as branquearam no sangue do Cordeiro” (v.14): No tempo ​da Grande Tribulação, a salvação será tão somente pelo sangue de Jesus. Nunca houve salvação sem sangue, e os judeus compreendem isso mui bem (Hb 9.22). Alguns, equivocadamente, dizem que a salvação, nos dias terríveis da Grande Tribulação (Mt 24.21), ocorrerá pelo derramamento do sangue do próprio homem. Isso é absolutamente falso! O sangue do Cordeiro continuará trazendo salvação. Os sacrifícios pessoais não acontecerão para que a pessoa seja salva, mas pelo fato de ela ser salva. A causa eterna de salvação é o sangue de Jesus (Hb 10.4,12-14), porém, na agonia e nas atrocidades daqueles dias (Ap 6.15-17; Mc 13.19), a morte — para muitos — será o efeito que a salvação resultará na vida humana (Ap 6.9-11; Dn 7.21; Ap 17.6). Os salvos da Tribulação são pessoas que lavaram suas vestiduras no sangue do Cordeiro (Ap 7.14). O sacrifício de Jesus tem efeitos eternos! (Hb 9.12).

          “As branquearam no sangue do Cordeiro”, portanto, é uma alusão ao perdão dos pecados e à purificação do pecador mediante a morte redentora de Cristo (cf. Jo 1.29; 1Jo 1.7; Ap 1.5; 3.5; 6.11).⁶

            Em se tratando de Apocalipse 7, aos “judeus, fiéis em Cristo Jesus, o resto da nação judaica, foi dado um sinal na testa para que ficassem isentos dos sofrimentos na terra durante o período da Grande Tribulação (vv. 1-8), mas os gentios (v. 9), deixados na Terra e despertados pelo Arrebatamento dos Fiéis, depois de se purificarem no sangue do Cordeiro e morrerem, aparecerão no Céu, salvos da Grande Tribulação”.7

 

 

 

  • Apocalipse 14.6,7: E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o Evangelho Eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo. Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

 

Exame Bíblico

           A palavra “anjo” quer dizer “mensageiro”. Os anjos são os mensageiros celestiais dos crentes (Hb 1.14), e não das boas-novas de salvação aos pecadores. Os seres angelicais desejariam muito poder pregar o Evangelho: Foram-vos anunciadas por aqueles que, pelo Espírito Santo enviado do Céu, vos pregaram o Evangelho: para as quais os anjos desejam bem atentar (1Pd 1.12). A palavra grega para “atentar” é “epithumeo”, significando “desejar ardentemente, desejar intensamente”. Depreende-se, no entanto, que os anjos possuem um forte e incontrolável desejo – que chega a arder neles – de pregar o Evangelho aos perdidos. Entretanto, nos dias em que vivemos, não foi aos anjos que o Senhor confiou essa tarefa: foi a nós! (Hb 2.4,5).

            Todavia, após o Arrebatamento da Igreja, algo já previsto no cronograma divino, essa situação mudará, visto que a um anjo será permitido pregar o Evangelho. Trata-se de um anjo-pregoeiro (ou anjo-evangelista) que voará por todo o mundo com o Evangelho Eterno nas mãos, pelo qual O proclamará aos judeus e aos gentios — isto é, a todas as nações, tribos, línguas e povos uma mensagem de arrependimento (Ap 14.6,7). “Proclamar” é “anunciar solenemente em público e em voz alta”. Que tremenda a voz do anjo bradando a mensagem da salvação!

            O Evangelho que o anjo-pregoeiro proclamará é o mesmo Evangelho de Cristo que hoje é pregado — o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê (Rm 1.16), também é o mesmo que o Senhor Jesus anunciou (Mt 9.35; 11.5; Lc 4.43), e que desde os tempos remotos foi pregado a Abraão (Gl 3.8). Por conseguinte, na Grande Tribulação, os piores dias da história humana — Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tão pouco há de haver (Mt 24.21) — a misericórdia e o imensurável amor do Todo-Poderoso se manifestarão; logo, o anjo-pregoeiro pregará o Evangelho aos que não subiram no Arrebatamento, quer judeus, quer gentios, a fito de temerem a Deus e se arrependerem, aceitando a oferta de salvação trazida pelo sacrifício de Jesus.

 

 

 

  • Apocalipse 14.12,13: Aqui está a paciência dos santos: aqui ​estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. E ouvi uma voz do céu, que me dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito — para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os sigam.

 

Exame Bíblico

            Esta passagem ocorre por volta da metade da Grande Tribulação. Primeiramente, em Apocalipse 14.9-11, o anjo revela que, se alguém receber a marca da Besta na testa ou na mão, há de ser atormentado para todo o sempre com fogo e enxofre, quer dizer, passará a eternidade no Lago de Fogo. Em seguida, em Apocalipse 14.12, é feita uma ressalva neste ponto ou momento da Palavra Profética. No texto, tal momento é traduzido pela palavra “aqui”. Ou seja, será exigida a paciência, isto é, a perseverança dos santos que ficaram, os quais, a essa altura da Grande Tribulação, são tratados pelo Senhor como aqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Por conseguinte, é de suma importância frisar que, segundo as Escrituras, na Grande Tribulação, haverá pessoas obedientes aos mandamentos do Senhor, porquanto, embora rebeldes anteriormente, por conta disso não subiram no Arrebatamento da Igreja (1Ts 4.16,17); agora, foram despertadas a honrar a Cristo e a obedecer-Lhe a qualquer custo.

            Em Apocalipse 14.13, o Espírito Santo diz que os tais serão “bem-aventurados”, isto é, “serão salvos”, pois uma das definições de “bem-aventurado” é “aquele que vive eternamente em felicidade absoluta no céu”; “desde agora”, ou seja, desde aquele momento da Grande Tribulação em diante; “os que forem mortos”, quer dizer, os que recusarão a marca da Besta e serão martirizados.

            Portanto, negar a salvação para os que morrerem no Senhor na Grande Tribulação, quer judeus, quer gentios, é o mesmo que se levantar contra o Santo Espírito, visto que essa mensagem, de Apocalipse 14.12,13, é proferida diretamente por Ele. Certamente, quem negar a salvação dos Santos Mártires da Tribulação, estará indo contra o testemunho do Espírito de Deus: “E o Espírito é o que testifica, porque o Espírito é a verdade” (1Jo 5.6).

 

 

 

  • Apocalipse 15.2: E vi um como mar de vidro misturado com fogo; ​e também os que saíram vitoriosos da Besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus.

 

Exame Bíblico

           Em Apocalipse 13, o Anticristo convence os povos do mundo que, portanto, é digno de adoração. A expressão dessa fidelidade será que toda pessoa deverá permitir que uma marca seja permanentemente implantada na mão ou na testa: E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis (Ap 13.16-18). Com o recebimento dessa marca, a pessoa reconhecerá Satanás como seu deus. A palavra "marca" é "charagma", no grego, e equivale à palavra "tatuagem". Não quer dizer que o sinal da Besta vai ser uma tatuagem, mas tal marca será visível a todos assim como as tatuagens o são — uma real demonstração de que houve submissão ao Diabo, operando por meio do Anticristo. É por isso que quem a receber estará condenado eternamente ao Lago de Fogo e Enxofre (Ap 14.9-11). Na Ásia Menor, os devotos das religiões pagãs faziam tatuagens para demonstrarem que pertenciam aos seus deuses e eram-lhes sujeitos. Sendo posta em local visível, à semelhança de uma tatuagem, ou seja, poderá ser percebida, só assim os seres humanos poderão "comprar e vender" – realizar quaisquer negócios. Aquele que não se subordinar a recebê-la, sofrerá o ápice de grande perseguição, dor, agonia e dificuldade (Ap 12.17).⁹

            A palavra “mar”, na tipologia da Doutrina das Últimas Coisas, tipifica as nações (Lc 21.25). O mar é um símbolo perfeito da humanidade intranquila. As Escrituras apresentam as potências mundiais subindo da agitação do mar (Jr 46.7,8; Lc 21.25; Ap 13.1; 21.1). O mar pode ser traiçoeiro – e a traição participará ativamente desde o surgimento do governo do Anticristo. A inquietação também caracteriza o mar – e, no império do Antagonista de Cristo, haverá inquietude tal, visto que depois do período de paz e segurança, estabelecido por ele, “sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão” (1Ts 5.3). O mar, ainda, pode ser destrutivo; com efeito, quem se render às suas falácias, será condenado à danação eterna (Ap 14.9-11).¹º

          Muitos — dentre os quais judeus e gentios — se recusarão receber a marcação da Besta, que será “a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos” (Ap 13.16). Estes serão martirizados e sofrerão torturas bárbaras e desumanas (Ap 20.4; 13.7,10; Dn 7.21; Mc 13.19,20), a ponto de suas almas, no Céu (Ap 7.9-14), pedirem justiça e vingança ao Santo Dominador pelos horrores do sangue derramado (Ap 6.9-11).

            É justamente dentre o mar das nações desinquietas — tal “mar” será de “vidro misturado com fogo”, quer dizer, a perseguição, as torturas brutais e atrozes serão visíveis a todos, para os povos, sob pressão, aceitarem receber o sinal da Besta —; no entanto, em meio a tudo isso, muitos “saíram vitoriosos da Besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro [misturado com fogo]” (Ap 15.2).

             Logo, como negar salvação nesse tempo àqueles que negarem a marca da Besta? Para que, portanto, a marcação da Besta se estenderia também aos gentios, se estes, após o Arrebatamento da Igreja, segundo alguns defendem, já estarão condenados? Se não haverá mais oportunidade de salvação aos gentios, para que préstimo eles, então, receberão a marca da Besta? Quem a ter, consoante a Escritura, poderá comprar, vender, negociar, comer, beber, etc. Adiantará sentir fome e sede; andar foragido; sofrer torturas, padecer barbáries e ser morto (Ap 13.16-18; Mt 24.15,16; Ap 13.7,10), se, mesmo assim, a vítima já estará condenada ao Lago de Fogo? Saindo pela tangente, não seria melhor aceitar o sinal da Besta? Contudo, espere aí, quem aceitar há de ser condenado (cf. Ap 14.9-11), e agora?! Mas não dizem aos berros, na cadeia internacional de emissoras de rádio, que os gentios estarão condenados após o Arrebatamento? O sinal da Besta aos gentios, no entanto, perde totalmente a significação, o sentido e o valor. Perceba o ensinamento vulgar, próprio de líderes estúpidos. Isso por si só mostra a incoerência da Igreja Deus É Amor, em negar a salvação aos gentios na Grande Tribulação. Ela deve, pois, rasgar as passagens que revelam a marca da Besta do Apocalipse do Senhor. Essas pessoas, na Grande Tribulação, serão salvas por terem sido fiéis ao testemunho de salvação por meio da morte vicária de Jesus, por isso não negaram o Seu Nome, recusando o sinal do Anticristo a fim de adorá-lo. Perderam tudo, sim; também sentiram fome, sede, andaram foragidos, penaram tremendamente e foram martirizados. Todavia, o sangue de Jesus os salvou! (Ap 7.14; 15.2; 14.12,13). Quem é o mísero pecador que isso pode negar? Infelizmente, o sinal da Besta, no pensamento “teológico” da Deus É Amor, vira uma charada!...

 

Continuação

 

Os Santos da Tribulação