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Decida-se por Mim

 

           Se alguém decidir fazer a vontade de Deus, descobrirá se o Meu ensino [de Jesus] vem de Deus — João 7.17, NVI.

 

         Em um dos cultos ao ar livre realizados pela Fé Apostólica na Praça da Bíblia, em Flórida Paulista (SP), o Senhor Jesus deu-me uma visão após a pregação da Palavra: vi uma vela de sete dias, consequentemente, o Altíssimo revelou-me que havia alguém, numa daquelas casas próximas à praça, que, ao frequentar um centro espírita, a mãe de santo pediu para levar aquela vela consagrada, pois espantaria os maus fluídos e discussões no seio familiar. A mulher fora à feitiçaria porque jazia numa guerra espiritual em seu lar, a contemplar espíritos demoníacos; queria ajuda. Todavia, a dona de casa recebeu o toque do Senhor quando ouviu a revelação de dentro sua morada, de modo que lhe foi pedido para não ter medo e que destruísse a vela, porque o Espírito de Deus mandaria fogo dos céus e libertaria o lar daqueles grilhões de Satanás, pelo poder do nome do Senhor Jesus, pois a ordem era divina — nada resistiria o agir do Todo-Poderoso! Se não tivesse coragem de destruí-la, tinha de trazê-la à praça, a caso de ser banida naquele momento. A revelação fundamentou-se em Deuteronômio 7.5,25,26; Levítico 19.31.

        Aquela mulher, decididamente, destruiu a vela consagrada aos demônios e deixou, já naquela semana, de frequentar os centros espíritas. Não temeu, mas creu na operação do dom do Espírito Santo e no poder do sangue de Jesus. Após ter voltado à Baixada Santista — onde moro —, soube que ela foi à praça, uma semana depois, e testemunhou a mudança, a libertação que ela e sua família receberam, de maneira que, maravilhada, aceitou o Filho de Deus como único Senhor e Salvador de sua alma.

           Decerto, o Eterno há falado conosco a cada dia, já que Ele quer ajustar-nos à Sua vontade. “Decida-se por Mim” é o que, enfaticamente, nos diz o Senhor Jesus. Há somente duas opções para nós escolhermos: Cristo ou mundo (que jaz sob o Maligno). A decisão para Cristo operar, presentearmos com a eterna vida e comprazer-se em nós está em nossas mãos. Ele quer a nossa decisão. Há coisas que, neste instante, indagamos e não entendemos na doutrina de Jesus, contudo quando nos decidirmos a viver para Deus neste mundo tão incrédulo e alheio à Obra da cruz, entenderemos o almejo de Deus para o nosso ser. Encontraremos as respostas para todas as perguntas!

          Que não fujamos de nossa responsabilidade. Há quanto tempo o Senhor dá-nos oportunidade? Em quantas ocasiões teve misericórdia de nós? Quantas vezes nos ajudou em momentos de crise? Que não tenhamos o Altíssimo como “garçom” — quão terrível pecado é este: o estopim que assombrosamente nos pode julgar! Mas decidamo-nos a largar tudo que desagrada a Palavra, pondo de lado todo o impedimento e o pecado que nos rodeia, e corramos aos braços do Filho de Deus e façamos o Seu querer. Nada neste mundo contribuirá para o nosso bem. Abraçamos a Quem, de fato, nos ama de verdade.

 

Johny Mange