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Por Johny Mange

 

      A comemoração do Natal nunca fez parte da Igreja Primitiva porque esta não costumava comemorar o nascimento de Cristo. A Igreja de Cristo comemorava apenas a morte de Cristo porque o nascimento d’Ele não significa a vitória sobre o pecado, mas, sim, que a luz veio ao mundo; todavia, Jesus veio como homem (João 1.14; 1Timóteo 3.16; 1João 4.2). Logo, Jesus estava como homem. E como homem, Jesus foi tentado em tudo (Hebreus 4.15).
         Os cristãos não comemoravam o nascimento de Cristo porque o Seu nascimento significa a esperança da salvação, mas Ele ainda tinha de passar por tudo por amor a nós. Os cristãos celebravam a morte de Cristo porque esta significa a vitória sobre o pecado! A morte significa que o inferno foi vencido. A morte significa que o aguilhão do pecado foi quebrado (Hebreus 9.22). Quando Jesus disse: “Está consumado”, rendeu o Seu espírito (João 19.30). Aí foi a vitória! A morte de Cristo é a certeza da vitória! E a Igreja de Deus comemora a morte através da Ceia. A Ceia do Senhor é a celebração da morte pela Igreja porque a morte de Cristo é a nossa vitória por meio de Sua ressurreição (1Coríntios 11.26). Lembre-se de que a Bíblia Sagrada nos ordena comemorar a morte de Jesus Cristo (1Coríntios 11.23-25 )!

         A Igreja Primitiva nunca comemorou o nascimento, ainda mais em 25 de dezembro, que é a data do nascimento do Sol, deus que recebeu vários nomes em diversas localidades! 

        Mas, quando os cristãos começaram a comemorar o nascimento de Jesus? No ano 313, o imperador Constantino Magno (o famoso "Constantino") colocou a data do nascimento de Jesus na mesma data de seu ídolo pagão, o deus-sol persa, chamado Mitra. Consequentemente, a Enciclopédia Britânica nos diz que foi a partir de 354 d.C. que alguns latinos puderam oficiliazar e mudar a data de 6 de janeiro para 25 de dezembro, a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do deus Sol. Os assírios e os armênios, idólatras e adoradores do Sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos que havia sustentado e inventado a festa de 25 de dezembro. 
         Na verdade, a data de 25 de dezembro como o nascimento de Cristo foi uma "cristianização" duma festa pagã. O que, em 313, decretou-se por Constantino e oficializou-se pelo bispo romano Libério, em 354, foi uma festa pagã, idólatra e diabólica, já que 
Constantino adorava um deus chamado Mitra, o mesmo deus Sol, mas chamado de Mitra pelos persas. O que tinha na imagem de Mitra? - Um Sol! Constantino tornou-se se cristão e colocou crendices e práticas pagãs do império romano na Igreja. Sabe-se que Igreja de Cristo não é romana, ela é de Jerusalém (Lucas 24.49). No primeiro século da Era Cristã, a sede da Igreja era em Jerusalém, onde estavam os apóstolos principais que cuidavam da Seara do Senhor no mundo (Gl 2.9; At 15). A Igreja de Cristo foi fundada em Jerusalém, não foi em Roma! A partir de 313, quando Constantino levou a Igreja para Roma, aí ela se tornou “Igreja Romana”. Como ele era idólatra, adorador do deus Sol, veja o que ele fez: instituiu na Igreja Cristã todo paganismo, os deuses falsos, as falsas religiões! O próprio mistério da mãe da criança, Maria e Jesus, assim como este monte de santos que citamos, este monte de “Senhoras”, veio através dele. E o Natal foi instituído por ele. 
         E como é chamada a coroa do papa? Chama-se Mitra! Quando os católicos vão comungar, tomar a hóstia, eles nem se dão conta que detrás do altar tem uma imagem do Sol, porque a hóstia fica guardada dentro da imagem do Sol. E mais: há um órgão administrativo da Igreja Católica que se chama Mitra! Enfim, Constantino trouxe o deus dele (Mitra que é o nome persa para o deus Sol) para o Cristianismo e instituiu o nascimento de Jesus para ser comemorado dia 25 de dezembro. Isso é fato!
      A própria Enciclopédia Católica, edição de 1911, diz que a festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja, mas que é um costume pagão. Veja: a festa do Natal não é um costume cristão! Afinal, existem os bons costumes (cf. ICoríntios 15.33). No entanto, neste contexto não se trata de bons costumes, trata-se mesmo de maus costumes. E todo o paganismo - os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano – concentra-se na festa de Natal. Logo, o Natal foi instituído pelo paganismo. Verdadeiramente, é uma data pagã! E de nenhuma forma podemos participar do paganismo: somos salvos, somos crentes (Jeremias 10.1-5)! 
       Os costumes dos povos são vaidade! Então, autêntico cristão, abandone a comemoração do Natal porque ela é pagã, tendo origem no culto ao deus Sol, deus da feitiçaria, também conhecido pelos nomes: Tamuz, Baal, Hórus, Júpiter e Eros. Temos de resistir a esta festa pagã do Natal comemorada em 25 de dezembro, a qual foi instituída na Igreja no ano 534 d.C. através de Constantino, imperador romano que adorava ao deus Sol! Temos de ser e agir como verdadeiros cristãos!

OS CRISTÃOS DEVEM COMEMORAR O NATAL?