©  by IFAP. All rights reserved.

Por Johny Mange

 

 

5 – A calça cumprida deixa a mulher propensa a enfermidades

           Geralmente, as mulheres usam calças do tecido “brim”, um material muito grosso, e, além de tudo, são muito justas. Isso favoreceu o surgimento de doenças ginecológicas, não necessariamente doenças sexualmente transmissíveis (DST). Foram evidenciadas vulvovaginites (infecções), principalmente por fungos.

        As calças jeans apertadas e grossas aumentam a temperatura dos genitais e causam um desequilíbrio na microbiota (micro-organismos), favorecendo o crescimento de fungos.

       Até em moças que excessivamente usam calças em grande parte do dia, as vaginites são um problema ginecológico corriqueiro.

          A rotina de sair cedo para trabalhar ou estudar e permanecer com calças apertadas de 8 a 10 horas diárias, ficando sentadas e com pouco movimento: formam um agravante extra.

         Com os órgãos reprodutores pressionados pelo modelito justo das calças, os ovários, as trompas e o útero recebem menos irrigação sanguínea; consequentemente, somatizam problemas de infertilidade e acarretam fatores, tais como sedentarismo, estresse e promiscuidade.

           Os fungos desenvolvem vulvovaginite, caracterizada por queimação vaginal e prurido, dispareunia (dor nas regiões íntimas) e um corrimento leitoso. Em contrário disso, as saias e os vestidos, opostamente, permitem uma ventilação e irrigação melhor dos genitais. Mulheres que usam vestidos preservam melhor sua saúde sexual.

 

Exame Bíblico

        A mulher deve andar em modéstia (1Tm 2.9,10). A modéstia cristã faz parte do viver das servas de Jesus Cristo. Além de as calças afrontarem a modéstia, serem lascivas e delinearem as partes mais sensuais da mulher quando expostas, faz também as varoas propensas a enfermidades nas partes íntimas. O Criador do corpo humano (Gn 2.7,21-23), sabendo disso por Sua onisciência (Hb 4.13), nunca quis que as mulheres colocassem tal traje. A Palavra de Deus deixa-nos uma recomendação: “Não sabeis vós que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo” (1Co 3.16,17).

            A diferença “em toda a maneira de viver” (1Pd 1.15) é imposta às santas do Altíssimo. As calças contrapõem o ensino da distinção dos sexos, da diferença e da modéstia. Igualmente foi inserida por pessoas contrárias à cultura e ideologia cristãs. Logo, quem as usa está longe da vontade de Deus e guerreando contra o Senhor, que é santo, santo e santo (Is 6.3).

          O Todo-Poderoso odeia a calça comprida na mulher, visto que, para Ele, é peça intolerável. É abominável uma mulher com tal traje. Essas cantoras, pregadoras, “pastoras”, esposas de pastores e irmãs, que usam calça comprida, estão dando as mãos a um costume instituído pelo príncipe deste mundo: Satanás, e lutam contra a modéstia instituída pela Bíblia.

            Na obra A Maior Reunião de Todos os Tempos, o evangelista norte-americano, W. V. Grant, disse:

 

          No Dia do Juízo, o povo vai dar desculpas. O Senhor virá e ajustará contas conosco [...] o povo irá ao Juízo sem qualquer escusa. Já mostrei pela Palavra de Deus que o povo apresentará desculpas. Portanto, isso é uma concepção verdadeira. Que espécie de justificativa os homens darão no Juízo? A mesma que dão aqui? Elas não são diferentes. Terão o mesmo caráter que têm agora quando Jesus os encontrar, e permanecerão na mesma situação nesse encontro [...]

         Quem é essa senhora que vem em seguida? Pode-se ver o orgulho estampado em todo o seu rosto. Ela diz que Deus não se importa com o modo pela qual ela se apresenta; que Ele olha para o coração, e não para sua face. Mas o livro se are e diz que Deus abomina olhos altivos (Pv 6.17).

            Ela parece uma prostituta, cheia de fumo, gosta de shows e danças, usa roupa de homem e corta o cabelo à moda masculina.

             “Aparta-te de mim”, diz uma voz.

             “Por quê?”, pergunta a mulher.

             O livro abre-se em Deuteronômio 22.5 e em outras passagens.

            “Não me sinto condenada por isso”, diz ela. O mesmo ela dizia quando vivia na Terra. Observe-a! Lá se vai ela para as chamas, dizendo e repetindo a mesma coisa: “Não me sinto condenada”.

          Aquilo mesmo ela dizia aos outros na Terra. Ela apresentou essa justificativa no Juízo, mas de nada serviu; quando a Bíblia foi aberta, ela leu:

 

           ‘Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.’ 1João 2.15.

 

        Pois bem, por precaução, é melhor e mais confiante nos atermos a uma vida de modéstia e santidade no espírito, na alma e no corpo, a caso de não termos surpresas desagradáveis naquele Dia (cf. Mt 7.21-23).

 

 

6 – a distinção entre vestes de homem e mulher derruba terminantemente a homossexualidade

       Deuteronômio 22.5 também condenará o homossexualismo; há de condenar as roupas dos travestis e a feminilidade que as modas querem impor aos homens.

           Essa passagem é ótima para evangelizá-los e revelar-lhes a verdade, já que denota a distinção que o Altíssimo requer entre os sexos, que são perceptíveis desde o nascimento. De fato, Elohin — o Deus Criador — formou macho e fêmea, e assim os tais prosseguiram sem alterarem a Sua vontade! (Mt 19.4-6). A homossexualidade é um ato imundo e antinatural rechaçado pelo Deus da Bíblia (Lv 20.13; 1Co 6.9,10; Rm 1.26-28; 1Tm 1.9-11).

        Sabemos que até mesmo os travestis usam com mais frequência saia (ainda que a minissaia) ao invés de calças. E por que isso? Eles sabem, certamente, que a saia enfatiza mais o contexto feminino.

 

 

7 – pregações contra a sensualidade, porém favoráveis à calça na mulher — são meias-verdades...

          Estamos vivendo em tempos de grande apostasia (1Tm 4.1), de modo que estão surgindo pregadores que se ufanam de pregar a verdade; porém, a suposta verdade que eles pregam não é plena, pois somente atacam aquilo cujo eles acham que é pecado.

           Se não é a completa a manifestação da verdade há engano nisso — porque se esquivam de partes dela —, de fato, com o Senhor não tem meias-verdades. "Meia-verdade" é "a afirmação que exprime apenas parte da verdade, omitindo as outras partes, em geral para que seus propagadores se eximam de culpa, porquanto o que fere a visão deles é rejeitado". Se a verdade não é absoluta será que o Altíssimo a aprovará? Repetindo, com Deus não existem meias verdades: “Mas que a vossa palavra seja sim, sim, e não, não; para que não caiais em condenação” (Tg 5.12).

          Esse é o caso de um pregador de Franca (SP), que diz estar em “defesa do Evangelho” e posta muitos vídeos na Internet. Num vídeo intitulado “Vestimenta Feminina” ele — ao contrário do que muitos pensam — não defende plenamente a doutrina da santificação (1Ts 5.23), visto que manhosamente mostra as garras, ou seja, apresenta o que realmente crê.

         Portanto, nesse ponto, em particular, se defende meias-verdades “a seu bel-prazer com pretexto de humildade [...] está debalde inchado na sua carnal compreensão” (Cl 2.18,19). Veja o que assevera:

 

Saiba se vestir. A sensualidade não é padrão para você. Calças apertadas mostrando os seus glúteos [...]; eu estou vendo você de costas e estou vendo exatamente o formato de seus glúteos. Eu estou literalmente os vendo apenas com o tecido jeans. [...] Você está com a calça apertada, ela modela todas as partes de seu corpo. Não tem a menor condição de uma mulher cristã se apresentar com esse tipo de roupa, a não ser no quarto dela, com a família dela. Está aqui o padrão da vestimenta da mulher; está claro! É um texto de Paulo para Timóteo com relação à vestimenta da mulher. Então a mulher quer saber como ela se veste, 1Timóteo 2.9 responde: é mandamento, é ordem [...] Esse é o traje da mulher. Não está falando se é calça, se é saia. Não está falando isso — uso e costume. Tem saia que pode atrair muito mais do que calça. Ele está falando que ambas as peças ou a maneira deve ser com decência, deve ser com bom-senso, deve ser com modéstia.

 

           Enquanto no homem o uso de calça não desenha suas regiões íntimas, basta agora sabermos: Qual é o tipo de calça que não marca o corpo da mulher, que traceja as nádegas, os quadris, as coxas e encaixa-se perfeitamente em suas partes íntimas? Quando é que a calça comprida jeans tem pudor, decência e modéstia, se, aos olhos dos homens, as partes mais sensuais da mulher estão às claras?

     Caso a calça seja larga, transmudará a mulher deixando-a igual a um homem. O Livro de Deus é terminantemente contra isso “porque até as mulheres deixaram o uso natural, no contrário à natureza” (Rm 1.26).  Igualmente se for a calça comprida apertada — como incontestavelmente é o caso do tecido jeans, o qual não há como ser largo — pior ainda: a indecência, a imodéstia, o motivo de escândalo, a falta de integridade e a exposição da sensualidade estará escancarada e deixará os homens à flor da pele! Como isso se chama? Lascívia ou luxúria — obra da carne (Gl 5.19). Isso faz com que o uso de calça na mulher esteja fora categoricamente do mandamento de 1Timóteo 2.9,10.

         Onde a Bíblia recomenda que diante da família uma mulher pode usar calças mais apertadas? Por acaso o Senhor Jesus não está em nossas casas? (cf. Mt 18.20). A Vinda de Jesus é iminente e sem aviso prévio (1Ts 5.2), consequentemente, “devemos fazer tudo para a glória de Deus” (1Co 10.31), ser “santos em toda a maneira de viver” (1Pd 1.15), “glorificando a Deus em nossos corpos, os quais pertencem a Deus” (1Co 6.20), de sorte “cada um saiba possuir o seu corpo em santificação e honra” (1Ts 4.3). Por fim, “Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas roupas, para que não ande nu, e não se vejam as suas vergonhas” (Ap 16.15).

           Não adianta citar as saias apertadas, pois também são condenadas pelo Santo Deus: “Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à Igreja de Deus” (1Co 10.32).

          E mais: Historicamente, as mulheres sempre usaram saias e vestidos como vestuário, enquanto os homens tinham e têm usado calças. O uso de calças começou pelo feminismo, isto é, movimento que defende a igualdade de direitos entre mulheres e homens, no final do século XIX. Contudo, as mulheres começaram a usar calças e blusas de seus maridos para o trabalho industrial. Somente a partir de 1960 as calças de moda foram adaptadas especialmente para as mulheres. Como podemos ver, as calças compridas sempre foram consideradas uma peça masculina.

           Isso não é “uso e costume”, pois a própria Escritura afirma que deve haver diferença entre os sexos (Dt 22.5). Tal mandamento é reafirmado no Novo Testamento (1Tm 2.9,10). Com efeito, é doutrina, e faz parte da moral e da ética bíblica recomendada aos crentes. O Altíssimo quer a demonstração de sua imagem por meio da criação, seja feminina, seja masculina (Gn 1.27; Mc 10.6).

          Em meio a essa geração corrompida e perversa, o salvo tem de resplandecer como astro (Fp 2.15). Além do mais, vamos reconhecer que é o princípio de santidade corporal na aparência exterior, que expõe o salvo como separado do mundo: E digo isto, e testifico no Senhor, para que não andeis mais como andam também os outros gentios, na vaidade da sua mente. Entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus pela ignorância que há neles, pela dureza do seu coração; os quais, havendo perdido todo o sentimento, se entregaram à dissolução, para com avidez cometerem toda a impureza (Ef 4.17-19).

            O Senhor Jesus sempre tem insistido que Seu povo seja separado do mundo em todas as formas, e isso inclui manifestações exteriores de separações, de maneira que o mundo possa, imediatamente, identificar os verdadeiros seguidores do Evangelho (Jo 17.9-19). A Bíblia diz: Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências; nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça (Rm 6:12,13).

          Logo, tal pregador “vende gato por lebre”. Na verdade, nesse ponto, não defende o Evangelho coisa nenhuma, mas defende meias-verdades. Por que não pregar contra o uso da calça por parte das mulheres? É fácil responder: a igreja dele está cheia de mulheres que usam esse vestuário masculino e totalmente lascivo! Defender essa ideia, talvez, é ser contrariado por quase todos na sua igreja; por isso, cabe-lhe uma palavra: “Ninguém deita remendo de pano novo em roupa velha, porque semelhante remendo rompe a roupa, e faz-se maior a rotura” (Mt 9.16).

        Quanto ao que asseverou, tal pastor — que nem de longe é reformador — se encaixa perfeitamente nas palavras inspiradas do Apóstolo Paulo: “Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te” (2Tm 3.5).

 

 

8 – Calça para mulher? Contrariamente, até as pedras clamam!

        Nos anos sessentas, bradou uma autoridade da Igreja Romana, Giuseppe Cardinal Siri — Arcebispo de Gênova:

 

            Na verdade, o motivo que leva a mulher a usar roupa de homem é o de imitar, e não somente isso, mas o de competir com o homem, que é considerado o mais forte, mais livre, mais independente. Essa motivação mostra claramente que a roupa masculina é a ajuda visível para trazer uma atitude mental de ser igual ao homem [...] Quando vemos uma mulher de calça, nós deveríamos pensar não tanto nela, mas em toda a humanidade, de como será quando todas as mulheres se masculinizem. Ninguém ganhará ao tratar de levar a cabo uma futura época imprecisão, ambiguidade, imperfeição e, em uma palavra, monstruosidades

 

          Embora tenha consentido e/ou pregado as doutrinas do Romanismo fortemente condenadas pela Palavra de Deus, tais como a virgindade perpétua de Maria (Mt 1.25; Lc 2.7; Mc 6.3), a mediação dos santos (1Tm 2.5; Jo 14.6), o sacrifício da missa (Hb 9.12-26), o purgatório (Hb 9.27; Lc 23.43; Lc 16.19-31; 1Jo 1.7), a obrigatoriedade do celibato aos clérigos (1Tm 3.1,2; Mt 8.14), o Papa como representante de Deus (Mt 23.9; 1Co 3.11), a confissão aos bispos e padres (Mc 2.7; 1Jo 1.9), as imagens de esculturas como lembranças para veneração (Ex 20.1-5; Dt 4.14-20; Lc 4.8; 1Jo 5.21), etc.; realmente, cumprem-se as palavras do Senhor Jesus: “Digo-vos que, se estes se calarem, as próprias pedras clamarão” (Lc 19.40).

 

 

9 – A doutrina das vestes faz parte do rol de doutrinas da Sagradas Escrituras

 

* Adão e Eva fizeram aventais para se cobrirem (Gn 3.7);

* Deus fez vestes definitivas a fito de cobrirem Adão e Eva totalmente (Gn 3.21);

* Aos que conhecem e entregam-se ao verdadeiro Deus, a Escritura ordena: “mudai as vossas vestes” (Gn 35.2);

* Elias, o profeta de Deus, foi reconhecido pela sua maneira de vestir-se (2Rs 1.1-8);

* A Bíblia assevera que os sacerdotes se vestiam com roupas de justiça (Sl 132.9)

* Cotidianamente no convívio social, deve haver distinção perceptíveis entre as vestes do homem e da mulher (Dt 22.5);

* Os cristãos devem se vestir com traje honesto (composto), pudor (decoro) e modéstia (ausência total de vaidade) — 1Tm 2.9,10;

* Jesus falou da importância das vestes na parábola das bodas (Mt 22.11,12);

* A Vinda de Jesus é iminente, ou seja, repentina; por isso, bem-aventurado aquele que, em todo o tempo, vigia e guarda as vestes (o que inclui as vestiduras material e espiritual), não pondo à mostra sua nudez, de maneira que, assim, sejam vistas as suas vergonhas — Ap 16.15;

* A nítida diferença entre os filhos da Luz e os filhos das trevas (1Ts 5.4-9);

* Os crentes precisam fazer tudo para a glória de Deus (1Co 10.31);

* Os cristãos têm de ser santos em “toda a maneira de viver” (1Pd 1.15,16).

 

 

Conclusão

           A ordem do Senhor é a diferença entre os sexos. Isso tem de ser notório e estar à vista de todos. Jamais essa verdade pode ser negada.

            Vimos que a calça é uma roupa assaz sensual e lasciva, pois, além de encaixar-se nas vergonhas da mulher, é ajustada às partes consideradas sexys e atraentes aos homens (nádegas, quadris e coxas). Tal costume foi imposto na sociedade por pessoas alienadas de Deus, e não tem muitos anos. Também a calça comprida deixa a mulher propensa a várias enfermidades.

            Shorts e bermudas nunca foram trajes apresentáveis por pessoas que, mutuamente, têm respeito e recato.

         Não que uma peça de roupa condenará alguém; a salvação é pela graça mediante a fé (Ef 2.8,9), mas esta mesma salvação é conservada por uma vida de obediência à Palavra de Deus. Veja Romanos 1.4,5; Hebreus 12.14. Portanto, o espírito, a alma e o corpo do cristão precisam ser santificados completamente até a vinda do Senhor Jesus: “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts 5.23). Por isso, aí está a necessidade e a precaução de cumprir plenamente o Evangelho. O crente é a luz do mundo, consequentemente, o seu brilho mostra o que crê e segue (cf. Mt 5.14-16; Fp 2.15).

          A modéstia é ordem do Todo-Poderoso a todas as mulheres cristãs: “Salvar-se-á, porém, dando à luz filhos [isto é, as dores de parto – consequências da maldição lançada por Deus, pelo pecado no Éden – Gn 3.16], se permanecer com modéstia [ausência de vaidade, compostura, pudor, respeito, reserva, decoro, recato, decência, diferença] na fé, no amor e na santificação [separação para o uso exclusivo de Deus]” (1Tm 2.15).

          Mulheres de calças se encontram fora da modéstia cristã, exibindo as formas do seu corpo e trajando veste abominável ao Deus Eterno. Mulheres sem modéstia são mulheres sem o Espírito Santo! Por fás ou por nefas esta é verdade de Deus!

            O hino 75 da Harpa Cristã diz: “Evita o pecado, procura agradar a Deus a quem deves no corpo exaltar”.

 

 

Bibliografia

 

SACCONI, Luiz Antonio. Grande Dicionário Sacconi da Língua Portuguesa: comentado, crítico e enciclopédico. São Paulo: Nova Geração, 2010.

 

Mulheres Vestindo Calças. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2015. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Mulheres_vestindo_cal%C3%A7as >. Acesso em: 25 fev. 2015.

 

Por que as calças “femininas” ferem a modéstia? Disponível em: <http://floresdamodestia.blogspot.com.br/2013/01/por-que-as-calcas-femininas-ferem.html>. Acesso em 25 de fev. 2015.

 

LACHANCE, Luciana. A mulher e as calças nos anos 40. Disponível em: <https://teusvestidos.wordpress.com/2011/06/29/a-mulher-e-as-calcas-nos-anos-40/>. Acesso em: 5 mar. 2015.

 

AUGUSTO, Ivair. Calça comprida para mulheres é pecado? Disponível em: <http://ivaircosta.blogspot.com.br/2007/03/cala-comprida-para-mulheres-pecado.html>. Acesso em: 25 fev. 2015.

 

GRANT, W. V. A Maior Reunião de Todos os Tempos. Rio de Janeiro: Graça Editorial, 2002, págs. 44,47,50,51.

 

Vestimenta Feminina. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=rvcWeV_s4rg>. Acesso em 5 mar. 2014.

 

SIRI, Giuseppe Cardinal. Notificação do Cardeal Siri sobre o uso de calças pelas mulheres. Disponível em: <http://floresdamodestia.blogspot.com.br/2013/01/notificacao-cardeal-siri-sobre-o-uso-de.html>. Acesso em: 25 de fevereiro de 2015.