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Por Johny Mange

 

16.ª RAZÃO:

A comemoração do Natal abarca a exposição nas portas da guirlanda e do azevinho

 

          Guirlanda é a coroa ornamental feita de flores, fitas, bolas coloridas e/ou ramagens entrelaçadas. O azevinho possui folhas verde-escuras e bagas vermelhas — o qual também é conhecido como “azevim, azevinheiro, pica-folha, visqueiro, aquifólio”. Ambos eram colocados na porta principal da casa, e anunciavam a chegada do deus-sol, nascido da mãe-natureza na noite mais escura do ano, em Yule — festival nórdico das bruxas adoradoras da natureza.

            No livro Answer to Questions (Respostas a Algumas Perguntas), Frederick Haskins enfatiza que a guirlanda “remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do Natal”.[21] Nos anais da história, a guirlanda também simbolizava a evolução e o recomeço. Igualmente, posta nas portas das casas, servia para atrair sorte.  

        Atualmente, o azevinho e a guirlanda, pendurados nas portas principais e à vista de outras pessoas, anunciam a chegada do Natal. E o que representa o azevinho e a guirlanda hoje? A mesma coisa do passado, pois sua simbologia em nada mudou! Quem pendura nas portas quer o azevinho, quer guirlanda ou quer ambos está dizendo que serve ao deus-sol, dá a ele boas-vindas e que ali lhe é consagrado um local de adoração. O único e verdadeiro Deus reprova severamente essa prática: Com deuses estranhos o provocaram a zelos; com abominações o irritaram. Sacrifícios ofereceram aos demônios, não a Deus; aos deuses que não conheceram, novos deuses que vieram há pouco, aos quais não temeram vossos pais (Dt 32.16,17); E nunca mais sacrificarão os seus sacrifícios aos demônios, após os quais eles se prostituem; isto lhes serás por estatuto perpétuo nas suas gerações (Lv 17.7).

          De fato, um costume pagão e demoníaco transportou-se para o Natal e chegou aos lares; sendo assim, inaceitável ao verdadeiro Cristianismo: Para que, no tempo que vos resta na carne, não vivais mais segundo as concupiscências dos homens, mas segundo a vontade de Deus (1Pd 4.2).

           Além do mais, a simbologia da guirlanda também é evolução e recomeço. O que isto quer dizer? — A doutrina anátema da reencarnação, cuja apregoa “que a alma, depois a morte do corpo físico ou o estado da existência material, não entra num estado final, mas volta ao ciclo dos renascimentos.”[22] Logo, a guirlanda pendurada nas portas representa a crença na reencarnação. Tal doutrina é totalmente desmascarada e condenada pela Palavra de Deus, a exemplo: Lembrou que eles eram mortais, eram como um vento que passa e não volta mais (Sl 78:39, NTLH).[23] Veja 2Samuel 12.20-23; Lucas 16.19-31; Jó 7.9,10; Hebreus 9.27. Não há escapatória: decidimos nosso futuro agora, enquanto temos fôlego de vida, aceitando o sacrífico do Cordeiro de Deus — o Senhor Jesus! (At 16.27-32; 1Jo 5.10-13).

          Esses símbolos de um falso deus e de rituais pagãos, colocados nas portas principais, devem ser eliminados totalmente!

 

17.ª RAZÃO:

A prática de tocar sinos no Natal é proveniente do paganismo. Servia para convocar demônios e, em outros casos, celebrar o nascimento do deus-sol

 

            Os sinos existiam “no Oriente antes da era cristã”.[24] Em Yule, tocavam-se sinos naquela noite a fim de homenagear as fadas. No dia 25 de dezembro, em Roma, os sinos badalavam anunciando o Nascimento do Sol Invencível — Mitra. As batidas dos sinos faziam o povo vibrar e festejar o nascimento desse deus. No Natal, à meia-noite, soam-se sinos para anunciar o “nascimento” de Jesus. Certamente — assim como a data —, a Igreja Católica Romana imitou essa prática da Festa Mitraica e associou-a ao “nascimento” de Cristo.

          Copiar o “nascimento de Jesus” de festividade diabólica e conduzir os costumes pagãos para celebrá-lo é morrer em vida! A cajadada da Palavra de Deus é dada sobre os contumazes no pecado (insistentes em cometer um erro e obstinados nessa prática do mal): Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações [...] porque os costumes dos povos são vaidade (Jr 10.2,3); Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei (2Co 6.17). Veja Isaías 52.11; 1Coríntios 5.11.

         Não foram sinos que anunciaram o nascimento do Salvador, mas os anjos apregoaram-No nos Céus (Lc 2.10-15). Contudo é impossível pensar que os anjos — santos e obedientes ao Senhor (Sl 103.20; 1Pd 3.22; Mc 8.38; Ap 14,10; Lc 9.26) — terão parte nessa pouca-vergonha! Antes, condenarão essa comemoração anticristã e pagã do Natal! Sinos que badalavam para convocar “fadas” — espíritos de adivinhação e de encantamentos (At 16.16; Lv 19.31), os quais o Deus da Bíblia chama de “demônios” —, e batiam para a euforia e anúncio do nascimento de Mitra, o deus-sol, não podem, nem de longe, ser associados ao nascimento do Senhor Jesus.

Concernente a isso, a posição que o cristão deve tomar está 2Coríntios 4.2: Antes, rejeitemos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a Palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade.

 

 

18.ª RAZÃO:

As velas acesas no Natal preconizam uma velha tradição pagã 

 

           As velas — símbolo tradicional do Natal — preconizam (proclamam com louvor) uma velha tradição do paganismo. Na Festa Mitraica (25 de dezembro), no decorrer da noite, em rituais de adoração — entre orgias, comilanças, bebedeiras e rituais —, velas eram acesas em prol do retorno da luz do Sol. As velas serviam para pedir o “Nascimento do Sol Invencível”. Uma vez Yule acontecia na noite mais longa do ano (entre 22 e 23 de dezembro), também era conhecido como o “Festival das Luzes”, pelo fato de as bruxas acenderem várias velas na noite, a fim de a mãe-natureza gerar o deus-sol e reanimar a terra, e pedir iluminação às almas dos mortos.

           Nos dias de hoje, nem todas as casas têm o costume de acender velas na noite de Natal; porém, a verdade é que os pisca-piscas tomaram o lugar das velas de antigamente, e estão acesos o tempo todo — antes mesmo do dia do Natal. Tal qual as velas do Festival das Luzes da bruxaria nórdica e as velas da Festa Mitraica, acesas ao maldito deus-sol — quer as velas quer o pisca-pisca de hoje honram e renascem tradições pagãs de oferendas a Satanás e aos mortos. As casas tornaram-se em antros de adoração aos demônios! Não meterás, pois, abominação em tua casa, para que não sejas anátema, assim como ela; de todo [completamente] a detestarás e de todo a abominarás, porque anátema é (Dt 7.26); Entre ti não se achará [...] quem consulte os mortos, pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor (Dt 18.10-12). Veja Apocalipse 9.20,21.

          Além do mais, pisca-pisca ou velas sugerem que estamos em trevas, precisando de luz; todavia, o Senhor Jesus é a nossa luz: Eu sou a Luz do mundo; quem Me segue não andará em trevas, mas terá a Luz da vida (Jo 8.12). Basta nossa vida santificada, sóbria e justa para que o mundo contemple a luz do Evangelho (Mt 5.16).

 

 

 

19.ª RAZÃO:

O Natal é ligado ao sacrifício da missa, que apregoa a insuficiência da morte de Cristo

 

             Em inglês, a palavra Natal é Christmas — indicando que é a ligação do nome de Cristo com uma missa. Na doutrina do Catolicismo Romano, o ponto alto do Natal é a Missa do Galo, que é celebrada nos países católicos à meia-noite do dia 25 de dezembro. Segundo a lenda, a missa recebe esse nome porque na noite do dia 24 para o dia 25 de dezembro um galo teria cantado, a anunciar a chegada do Messias. A bem da verdade, quanta baboseira!...

          Em se tratando da Missa do Galo, concluímos que o Natal está envolvido com o sacrifício da missa; daí porque se chama Christmas.

             O que é a missa? Consoante a doutrina católica, no antigo livrinho A Catechism of Christian Doctrine (Um Catecismo de Doutrina Cristã) — “a santa missa é o mesmo sacrifício da cruz, tendo em vista que Cristo, que se ofereceu como uma vítima de sangue na cruz ao seu Pai Celestial, continua a se oferecer, sem sangue, no altar, [mediante a hóstia] pelo ministério de seus sacerdotes [padres, bispos, etc.]”.[25] Perante a Bíblia Sagrada, é a “Missa um sacrifício verdadeiro e propiciatório [que satisfaz a justiça de Deus]? Como podemos relacionar isso com a grande Epístola aos Hebreus? O autor disse o seguinte, sobre o sacrifício de Cristo: Como aos homens está ordenado morrerem uma só vez (...) assim também Cristo, [ofereceu-se] uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos (Hb 9.27,28, ARA). O que o autor quis dizer com isso? Que Jesus foi oferecido como um sacrifício tantas vezes quantas morre um homem — uma vez! Além do mais, “com uma só oblação, aperfeiçoou para sempre os que são santificados” (Hb 10.14). Uma vez que esse sacrifício único nos tornou perfeitos e completos em Cristo, falar de missa como um sacrifício contínuo, oferecido para a nossa redenção, contradiz o ensinamento claro das Escrituras. Isso é repetido ainda uma vez na Epístola aos Hebreus: “Onde há remissão destes, não há mais oblação pelo pecado” (Hb 10.18). Por nossos pecados terem sido perdoados, já não há mais necessidade de um sacrifício.”[26]

            A propósito, a Igreja Romana nunca deixou de ser apóstata um minuto sequer! Ela, verdadeiramente, tem embriagado povos e nações com o vinho de sua imundícia e de sua doutrina antibíblica, maléfica e condenatória! Se supostamente, no Natal, ela impôs tal data para comemorar o nascimento de Jesus — no mesmo dia, O sacrifica novamente, pois pensa que possui tal poder por meio da missa. Quanta contradição! Até quando, na caradura, a Igreja de Roma enganará as pessoas?

            A própria Bíblia Católica — tradução do Padre Matos Soares — atesta que o sacrifício do Senhor Jesus é único e eterno; somente por meio dele os pecados podem ser purificados. A Ceia do Senhor não é substituta da morte do Cristo, mas em “memória” deste ato único de expiação e de redenção pelo homem, efetuado pelo Filho de Deus (Lc 22.19-20; 1Co 11.23-25). Isso, portanto, desmantela a falsa doutrina do Romanismo, além de mostrar que a Missa do Galo e todas as missas não servem para nada: são ilusões, imprestáveis e tempo perdido: E, enquanto que todo o sacerdote se apresenta cada dia a exercer o seu ministério e a oferecer muitas vezes as mesmas hóstias, que nunca podem tirar pecados; Este [Cristo Jesus], ao contrário, tendo oferecido uma só hóstia pelos pecados, está sentado para sempre à direita de Deus — Hebreus 10.11,12.[27]

             Em resumo, o Natal — além de ser datado e comemorado com rituais oriundos do paganismo — contém em si a falsa doutrina do sacrifício da missa, perceptível no seu nome em inglês (Christmas) e na Missa do Galo. Por isso a comemoração do Natal, em hipótese alguma, é para os verdadeiros santos do Senhor, já que há mensagem subliminar contra o sacrifício perfeito, glorioso e infinito de Nosso Senhor Jesus — o Filho de Deus (cf. 2Pd 2.1).

 

 

20.ª RAZÃO:

Não comemoramos o Natal porque estamos livres de tradições e costumes pecaminosos

 

            As tradições mundanas e idólatras foram arrancadas de nossa vida quando aceitemos a Obra gloriosa do Gólgota, de maneira que fomos purificados pelo sangue de Jesus: Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um Cordeiro imaculado e incontaminado (1Pd 1.18,19).

             Portanto, somos novas criaturas: as práticas velhas do pecado e da mentira se foram: Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo (2Co 5.17).

 

 

Conclusão

            Qual é o verdadeiro sentido do Natal? Esta é a frase que está em inúmeros sites, pela qual tentam explicar o fato de nos lembrarmos do nascimento de Jesus. O problema do ímpio é a soberba que impera em seu coração — já que se dá ao luxo de não investigar para descobrir a verdade (Sl 10.4). O verdadeiro sentido do Natal foi o exposto acima, e nada mais. Muitos não aceitam tal explicação porque “falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência” (1Tm 4.2). Contra fatos não há argumentos: Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade (2Co 13.8).

        Provemos na história, nas enciclopédias e na Palavra de Deus a festa diabólica que a Igreja Católica Romana transportou para o Cristianismo. Todos os costumes e tradições derivaram-se da Festa Mitraica, Brumália, Saturnália e Yule — este último um festival terrível da bruxaria. A data se originou em Constantino, em 313 d.C., que aniversariou “Jesus” na mesma data de seu ídolo: o Sol Invencível – deus Mitra, e, em 354 d.C., foi oficializada pelo bispo Libério (a quem a tradição católica lhe atribui o título de 36.º papa). Todavia, os apóstolos e a Igreja Primitiva nunca comemoraram o nascimento de Jesus nessa data. A Bíblia ordena a celebração da morte de Jesus (1Co 11.23-26).

             Quem tenta explicar o “verdadeiro sentido do Natal” tem de passar conscientemente por cima disso tudo, de sorte que cairá tragicamente no pecado de apostasia — o abandono consciente da fé (1Tm 4.1). Os que pensam que agora “entendem” a Bíblia e libertaram-se dos “usos e costumes” e da “religiosidade”, devem ter ciência que nunca, na profecia bíblica, foi dito que no fim dos tempos os homens entenderiam melhor a Palavra e lutariam pela verdade. Ao contrário disso, opor-se-iam à verdade com todas as forças e tentariam misturar o Evangelho com a mentira. Esse é o espírito dos últimos dias! Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão [coceira] nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências, e desviarão os ouvidos da verdade voltando às fábulas — 2Tm 4.3,4. Veja 2Timóteo 3.1-8.

           Aqueles que insistem em misturar a sujeira, a imundícia e a podridão do Natal com o Cristianismo estão à deriva, sendo levado pela doutrina de demônios ao abismo. Tais pastores e líderes “são nuvens sem água, levadas pelos ventos de uma para outra parte; são como árvores murchas, infrutíferas, duas vezes murchas, desarraigadas; ondas impetuosas do mar, que escumam as mesmas abominações, estrelas errantes, para os quais está eternamente reservada a negrura das trevas” (Jd vv. 12,13). O cristão que tiver um pingo de temor de Deus sairá do curral desses lobos cruéis e devoradores, que só almejam a gordura das ovelhas (Ez 34.3) e não têm pena do rebanho (At 20.29,30), pois só pensam em si mesmos. Hão de fugir enquanto é tempo, porque, caso não façam, continuarão comendo gato por lebre! E isso pode comprometer seu destino eterno (2Pd 2.20,21). E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo Meu, para que não sejas participante de seus pecados e para que não incorras nas suas pragas (Ap 18.4).

             O Natal não é uma “simples reunião de família” como nos contestam os falsificadores da Palavra de Deus (2Co 2.17). A verdade é que os tais já venderam suas almas ao Diabo em troca de fama, dinheiro, holofotes e poder, por conta disso, não querem deixar o paganismo, pois “estão pervertidos e pecam, estando já em si mesmos condenados” (Tt 3.11). Quem falou que o Deus Eterno recebe todas as festas feitas em Seu nome? Quem assim pensa é tolo, acriançado, cabeça-dura e pouco inteligente! “Aborreço, desprezo as vossas festas, e as vossas assembleias solenes não Me dão nenhum prazer” (Am 5.21).

           Famílias não são unidas por costumes enraizados no paganismo. As famílias precisam firmar-se na Palavra de Deus (Sl 128; Dt 6.4-9; Cl 3.18-24). Aquilo que não é firmado nas Escrituras despencará (Mt 7.26,27). Doa a quem doer: famílias que comemoram a festa pagã do Natal, pagãs são também! Este é o dever dos lares cristãos: “Rejeita as fábulas profanas e de velhas, e exercita-te a ti mesmo em piedade” (1Tm 4.7).

           Quanto à felicitação “Feliz Natal”, a palavra “natal” significa “nascimento”; entretanto, por certo sabemos que Jesus não nasceu nessa data: O que se desboca em mentiras é enganador [...] Não mintais uns aos outros, pois já vos despistes do velho homem com os seus feitos (Pv 14.25; Cl 3.9). Quem nasceu, então? O deus-sol. Logo, quem diz “Feliz Natal” está dando boas-vindas a um ídolo! Guardai-vos dos ídolos (1Jo 5.21). Caso alguém diga “Feliz Natal” para você, responda: “Jesus o abençoe”.

              Acerca dos alimentos do Natal, leia o item 4 do estudo A Ligação do Natal com o Paganismo de Yule.

 

 

 

 

Bibliografia

 

1. Bíblia de Recursos para o Ministério com Crianças. 2.ª Ed. São Paulo: Hagnos, 2003, pág. 545, nota de rodapé.

 

2. SACCONI, Luiz Antonio. Grande Dicionário Sacconi da Língua Portuguesa — comentado, crítico e enciclopédico. São Paulo: Nova Geração, 2010, pág. 400.

 

3. Bíblia de Recursos para o Ministério com Crianças, pág. 1196, nota de rodapé.

 

4. SILVEIRA, Horácio. Santos Padres e Santos Podres — existem ambos? Belo Horizonte: Dynamus, 2001, pág. 199.

 

5. MACEDO, E. Estudo do Apocalipse — Volume Único. Rio de Janeiro: Unipro Editora, 2011, pág. 331.

 

6. Enciclopédia Barsa. Volume 11. São Paulo, 1998.

 

7. SATURNÁLIA. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2015. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Saturn%C3%A1lia&oldid=43301704>. Acesso em: 4 dez. 2015.

 

8. MANGE, Johny. A Ligação do Natal com o Paganismo de Yule. Disponível em: <www.igrejadafeapostolica.com/#!a-ligao-do-natal-com-a-paga-festa-yule/c4o9>. Acesso em: 4 dez. 2015.

 

9. American Encyclopedia apud Brumália. Disponível em: <https://mjmafonso.wordpress.com/2011/11/25/brumalia/>. Acesso: 4 dez. 2015.

 

10. AMARAL, Otto. Natal a 25 de dezembro: De onde veio essa data? Disponível em: <http://www.restaurarnt.org/natal.html>. Acesso em: 4 de dez. 2015.

 

11. apud Santos Padres e Santos Podres, págs. 201, 206 e 207.

 

12. Enciclopédia Barsa, pág. 274ss.

 

13. Grande Dicionário Sacconi, pág. 1221.

 

14. IONI, Cetelin. De onde vem o Papai Noel? Seleções Reader’s Digest. Rio de Janeiro, pág. 83, dez. 2009.

 

15. Seleções, pág. 81.

 

16. Idem, págs. 82,83.

 

17. HUNT, Dave. Jerusalém — Um Cálice de Tontear: As profecias sobre a Cidade Santa. Porto Alegre: Actual, 1999, pág. 326.

 

18. Santos Padres e Santos Podres, pág. 212.

 

19. McNAIR, S. E. Pequeno Dicionário Bíblico. Bíblia Obreiro Aprovado. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, pág. 1698.

 

20. Saturnália, in: Wikipédia, id.

 

21. Santos Padres e Santos Podres, pág. 212.

 

22. MATHER, George A.; NICHOLAS, Larry A. Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo. São Paulo: Vida, 2000, pág. 376.

 

23. BÍBLIA SAGRADA. Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Barueri: SBB, 2000.

 

24. Grande Dicionário Sacconi, pág. 1870.

 

25. A Catechism of Christian Doctrine apud COFFEY, Tony. Respostas às Perguntas que os Católicos Costumam Fazer. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, pág. 147.

 

26. Respostas às Perguntas que os Católicos Costumam Fazer, págs. 149,150, adaptado.

 

27. SOARES, Matos. Bíblia Sagrada. 3.ª Ed. São Paulo: Paulinas, 1989.